PSICOPEDAGOGA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
PEDAGOGA / HOSPITALAR

30 anos de experiência em Vida Escolar | Membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia - ABPp

Follow me on instagram

Copyrights 2017 © Todos os Diretos Reservados a Denise Aragão

 

BALANÇO, BALANÇA, BALANCIM

O balanço como um recurso para a imaginação infantil.

BALANÇO, BALANÇA, BALANCIM

É quase certo que em todos os parques públicos do mundo, exista algum tipo de balanço, balança ou balancim.

Se fecharmos os olhos encontraremos com certeza nas lembranças da nossa infância, o dia em que alçamos voo sentados em um balanço, impulsionando as pernas para frente, dobrando as pernas para trás. E claro, muitos tombos também!

Confeccionado com alguns metros de corda resistente e uma tábua para servir de assento, eis aí um brinquedo simples que nos transporta a um mundo repleto de imaginação e criatividade. A corda pode ser amarrada fortemente em um galho de árvore ou em uma viga de madeira e pronto, o balanço está feito.

Basta sentar-se na prancha, segurar firme na corda e impulsionar o corpo para frente e para trás. Se não conseguir sozinho uma pessoa pode empurrar o outro pelas costas. O movimento é pendular.

Muito bom balançar!!!

Os benefícios dessa brincadeira são de âmbito corpóreo e psíquico. Do ponto de vista corpóreo, existe a promoção do desenvolvimento motor dos membros inferiores, o equilíbrio físico postural e a tonicidade muscular.

Também possibilita a construção de noções de impulso, distância, velocidade e tempo, quando a pessoa movimenta-se por si só.

Já no campo psíquico, a imaginação corre solta…

                                                                                                Pinterest

Retratado em inúmeras obras de arte, é praticamente impossível encontrar a origem desse brinquedo.

Indica-se a partir de dois anos de idade sob supervisão de um adulto. Nessa idade, essa atividade de recreação estimula bastante a estrutura neuroespinhal, além da aquisição das noções anteriormente citadas.

Na minha família tem um balanço circulando. Ele foi de uma amiga que morava na Suécia. Ela o trouxe para o Brasil e ele ficou uns seis anos na sua casa de praia. Quando ela foi morar na Cidade do México,  herdei o balanço que ficou na minha casa de praia mais uns seis anos.

Meus filhos cresceram e Zac, o priminho baiano de 7 anos, herdou o mesmo balanço que agora está em sua varanda na cidade de Salvador.  Esse aí nas fotos que aparecem no post. Seus pais  trocaram as cordas, mas a prancha continua a mesma.

As vezes dá uma saudade desse balanço…. Acho que a saudade é de todas as crianças que um dia vi balançar nele. Mas sei que ele ainda vai passar por muita gente que gosta de imaginar que está voando.

E você, tem lembranças de balançar pra cá, balançar pra lá?

Se gostou do texto, dá uma curtida lá em cima no coraçãozinho.

Compartilhe
Psicopedagoga, pedagoga, educadora, mãe de menino e menina.
4 Comentários
  • Adriana Saraiva
    12 de agosto de 2017 at 22:42

    Sim, tenho muitas lembranças de balançar e de minha mãe dando o primeiro empurrãozinho. Seu texto me emocionou por trazer esta lembrança deliciosa da minha mãe e por ter este balanço das fotos que já tem tanta história aqui na nossa varanda divertindo Zac e outras tantas crianças que entram pra balançar um pouquinho. Obrigada! – pelo texto e pelo balanço 😉

  • Fabiana
    17 de agosto de 2017 at 18:12

    Muito bom Denise! Eu sempre gostei de balanço. Tínhamos um no quintal de casa, de ferro, com espaço para umas quatro crianças! É inesquecível! Alice ama balançar, e lá no quintal agora temos um que foi presente da Adriana Saraiva e outro que era irmão do da foto… Também tem a mesma história! Alice leva qualquer criança que chega aqui em casa para balançar! É bem divertido!!!

Deixe um comentário em Adriana Saraiva Cancelar Comentário