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DAISY CHAIN, UMA HISTÓRIA SOBRE BULLYING

Amizade, confiança e convencimento

DAISY CHAIN, UMA HISTÓRIA SOBRE BULLYING

“Daisy Chain” é a história de Buttercup Bree, uma garotinha que sofria bullying e amava flores, margaridas em especial.

Ela foi escrita por Galvin Scott Davis, há três anos, para ajudar seu filho a superar o bullying que sofria na escola.

Benjamin, seu filho, aparece na história como o garoto que ajuda Buttercup a valorizar sua atitude em dar vida ao parque abandonado e mostrar que as agressões não levam a nada. É muito melhor brincarem juntos.

Davis começou a perceber que quando Benjamin chagava em casa, estava cada vez mais calado e introspectivo.

“Ele estava mais reservado e descobri que tinha sofrido bullying na escola. Não foi um caso muito grave, mas foi suficiente para que perdesse a confiança”, contou ao jornal The Guardian.

Passou, então, a contar várias histórias para ele, mas nada fazia seu humor mudar. Até que resolveu escrever sua própria história, colocando Benjamin como aquele quem ajuda a protagonista a perceber e superar o bullying que sofria de outras garotas.

“Daisy Chain” tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália.

O curta  metragem, tem a narração da atriz Kate Winslet, com duração de 5 minutos.

 

O LIVRO “DAISY CHAIN” VIROU O CURTA ABAIXO. APROVEITE!

Traduzindo ao pé da letra, o título do curta significa “Coroa de margaridas”.

E se você quiser aprender a fazer uma Coroa de Margaridas, basta seguir o tutorial da foto retirada do Pinterest.

Vale lembrar que é possível fazer com muitos outros tipos de flores.

 

O BULLYING DEVE SER DISCUTIDO INTENSAMENTE NAS ESCOLAS

Esse post foi pensado como introdução para o próximo texto sobre bullying, que será publicado no editorial de quarta-feira.

Nasceu da necessidade de retomarmos o assunto, mediante o atentado ocorrido em Goiânia, na sexta-feira, dia 20 de outubro, às 11:50h, quando um aluno de 14 anos atirou em seus colegas de classe, matando dois e ferindo quatro.

Apesar das investigações estarem no início, há fortes indícios de que o adolescente sofria bullying. Mesmo que esse não seja o motivo dos ataques, vale abordar o tema para mais uma vez refletirmos sobre o que de fato é condição para ser caracterizado  o bullying.

 

Até o próximo post.

Denise – Psicopedagoga

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Psicopedagoga, pedagoga, educadora, mãe de menino e menina.
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