PSICOPEDAGOGA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
PEDAGOGA / HOSPITALAR

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ENSINO DOMICILIAR DE JOVENS ENFERMOS

Resgatando saberes e fortalecendo a esperança

ENSINO DOMICILIAR DE JOVENS ENFERMOS

A Pedagogia Hospitalar é uma modalidade de ensino-aprendizagem, que tem como objetivo o ensino domiciliar de jovens enfermos, em tratamento transitório ou permanente de saúde.

Pode acontecer em ambiente hospitalar, em classes hospitalares regulamentadas pela lei ou em atendimento domiciliário, que são casas de apoio disponíveis para as famílias se hospedarem enquanto estão na cidade.

                                                                                              Casa HOPE

São Paulo conta com mais de 65 classes hospitalares e oferece muitas instituições de apoio. A Casa Hope, Casa Ronald ( MC Donald) e a Casa de Apoio do GRAAC, são algumas delas. Todas contam com profissional de ensino.

O professor será contratado pelo Governo do Estado, pelo hospital particular ou pela instituição de acolhimento.

                                               (Artigo por Ms. Rosely Prandi Perrone[1] e Dra. Maria Celia Malta Campos[2])

DIAGNÓSTICO DIFÍCIL DE ACEITAR

Falar de doenças que acometem crianças e jovens é muito difícil, porque ninguém em sã consciência está preparado para um diagnóstico tão aflitivo, em pessoas que viveram tão pouco tempo.

Mas muitas doenças podem ser combatidas se forem diagnosticadas rapidamente, desde que os responsáveis percebam a importância de encaminharem seus filhos para acompanhamento médico, principalmente se é uma doença que não sara nunca.

Nesse caso, felizmente temos o tempo e a Ciência a nosso favor.

ENSINO DOMICILIAR A JOVENS ENFERMOS

Como Psicopedagoga e Pedagoga com habilitação em modalidade hospitalar, formada pela PUC-SP, também exerço essa função de acompanhar em domicilio, crianças enfermas, desde que haja anuência médica.

As atividades desenvolvidas são de estimulação cognitiva e sensorial, correspondentes a faixa etária do paciente.

                                                                                     Imagem Pixabay

O acompanhamento domiciliar compreende na estimulação cognitiva através de material selecionado com critérios psicopedagógicos e devidamente higienizados, como em uma brinquedoteca hospitalar.

  • Jogos prontos e confeccionados.
  • Leitura de histórias, seguidas de atividades diversas.
  • Uso de brinquedos simbólicos cujo propósito é a expressão dos sentimentos e necessidades subjetivas.
  • Atividades artísticas.
  • Acompanhamento de tarefas enviadas pela escola.
  • Visita à unidade escolar, se necessário.
  • Trabalho conjunto com outros profissionais que atendem o enfermo.

MOMENTO DE INTERVENÇÃO

Quando uma criança ou jovem está enfermo é o tratamento de saúde que estará em primeiro plano. A vida acadêmica fica para depois, pois o que está em jogo é sua saúde, o bem estar, a vida do paciente.

No entanto, sabemos o quanto é difícil o afastamento dos amigos e do ambiente escolar, onde ele estava acostumado a frequentar, antes do problema de saúde se instalar.

                                                 Imagem: Arquivo pessoal Denise Aragão

A rotina completamente modificada pela doença, pode contribuir para o aparecimento de melancolia, minando o entusiasmo da esperança de um restabelecimento rápido.

Nesse sentido, o atendimento psicopedagógico domiciliar pode contribuir bastante para a melhora do paciente.

VALE LEMBRAR QUE:

  • É fundamental respeitar o momento oportuno para intervenção pedagógica, levando em conta o tratamento e o grau de comprometimento do enfermo.
  • O atendimento só é possível se houver autorização médica.
  • A proposta é alegrar, divertir, resgatar o desejo de aprender, modificar o ambiente exaustivo em que a doença se faz presente.
  • Fazer a ponte com a escola, no que diz respeito a tarefas e provas, se necessário.

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Grande abraço e até o próximo post.

Denise Aragão – Psicopedagoga

 

 

 

 

 

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Psicopedagoga, pedagoga, educadora, mãe de menino e menina.
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