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POR QUE FALAR EM BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS?

Brincar é construir o EU interior

POR QUE FALAR EM BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS?

São muitos os brinquedos e brincadeiras que fazem parte do folclore brasileiro, herança valiosa dos povos que formaram nossa nação, das culturas indígena, portuguesa e africana.

Tanto os brinquedos, quanto as brincadeiras que conhecemos, sofreram modificações ao longo de centenas de anos e são fontes de inspiração permanente na indústria de entretenimento.

Quanta responsabilidade a nossa, pais e educadores…

Manter viva toda essa bagagem cultural é fundamental, questão de princípios, valores éticos e morais para com nossos ancestrais, para que não desapareça, como uma língua, um dialeto, que ninguém fala mais e que morre para sempre.

Toda vez que uma família se encontra, lá vem o saudosismo junto na roda de conversa com tios, primos, velhos amigos, lembrado das brincadeiras de rua ou na escola.

As brincadeiras nos trazem memórias afetivas indispensáveis para a alegria, o desenvolvimento psicológico, pois estrutura a saúde mental das crianças.

Gravadas no inconsciente humano, produzem sensação de aproximação de pessoas significativas que não encontraremos mais, que já se foram em definitivo, como acontece também com um cheiro, uma música, o sabor de uma comida.

Para um bom e saudoso devaneio, escolhi algumas brincadeiras para os próximos posts.

Mas por que falar sobre isso? Porque nossas crianças estão passando muito tempo na frente dos computadores ficando cada vez mais com os olhos cansados e os polegares grossos. E a escola? Preocupada demais com o conteúdo, o ENEM e os vestibulares da vida.

Vamos lá, então?

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Psicopedagoga, pedagoga, educadora, mãe de menino e menina.
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